02 janeiro 2014

Show the love!

Já parou para perceber o quanto cada pessoa imagina um personagem de um jeito diferente? Então quando alguém finalmente anuncia que haverá uma adaptação para as telonas todos ficam euforicos com o elenco e quanto este é anunciado começam as chuvas de elogiou e principalmente de comentário indignados dizendo que tal ator "não tem nada a ver com o que eu imaginava"

Sendo assim resolvi fazer posts esporádicos mostrando diferente representações de um personagem literário, e se for o caso, quem foi o ser humano que afinal o incorporou. O que achou da ideia?

Nossa primeira personagem, que servirá de cobaia será: Clary Fray, de Os Instrumentos Mortais.


Genial, como uma carta de tarot.



A Imagem diz "Lily Collins as Clary Fray" mas sinceramente, eu achei que o desenho  me lembra mais a Lena Headey que no filme interpreta a mãe de Clary. Interessante!



Se não tiver pelo menos um mangá não tem graça!



Já esse aqui, meio aquarela, nos remete mais à verdadeira idade da Clary que tem só 15 aninhos.



Um dos mais belos até agora, mas creio que o artista se esqueceu do fato 15 aninhos.



E por fim, Lily Collins como a personagem. Assumo que no começo eu DETESTEI a escolha, mas depois de ver aquela MARAVILHA de filme, eu até acabei simpatizando. Só achei que faltou ruivisse. Alguém concorda?

Me digam o que acharam do post nos comentários! Se quiser pedir algum personagem sinta-se a vontade também!

31 dezembro 2013

Que 2014 seja diferente.


Eu espero, do fundo do meu coração perturbado que 2014 seja diferente de 2013. Quer as dificuldades não sejam as mesmas, que os momentos felizes voltem sob outra forma. 2013 marcou uma das melhores épocas da minha vida, mas seria besteira querer que se repetisse. As coisas precisam fluir, a vida precisa seguir seu curso e sempre chega um momento em que é preciso dizer adeus. Momentos, pessoas, lugares, tudo vem, tudo permanece seu devido tempo, e depois tudo vai. E agora que abracemos o novo, que tenhamos coragem para explorar o inexplorado, que tenhamos força para tocar nossas vidas em uma nova direção. Que tenhamos sabedoria para entender que alguns infinitos são maiores que outros, e que nada acontece sem motivo.

Gold Letters.


E que nossos sonhos se tornem realidade apenas para dar lugar para mais sonhos, vamos sonhar até o sonho se realizar, vamos desejar com todas nossas forças, vamos sussurrar palavras ao vento, vamos gritar dores no travesseiro, vamos rezar para que a felicidade venha - ela virá. Eventualmente.

2014


Que - POR FAVOR - nós carreguemos TODAS as lições, experiências e aprendizados que fomos colecionando em 2013, tudo isso vai servir para alguma coisa a partir de amanhã. Confie e mim, vai.

Fotos de portada


Que este ano seja ainda mais maluco que o anterior, que possamos dormir menos e viver mais, falar menos e ouvir mais, amar mais, rir mais, chorar mais, dançar mais, viajar mais, beijar mais, cuidar mais, viver mais.

Wall Photos


Que possamos ler mais. E livros bons de preferencia. A vida é muito curta para perdemos tempo lendo o que não gostamos.


musingskitchenwitchery | via Tumblr

Que nós oremos mais! Que estejamos mais próximos dos deuses, seja lá qual for a religião de cada um, que a divindade esteja presente cada vez mais perto, assim como nossa fé cresce cada vez mais forte.

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Que esse ano seja TUDO  o que 2013 não foi e mais um pouco. 
E que assim seja. 

08 dezembro 2013

Prism - Katy Perry



Seguindo as análises camilísticas de álbuns, a vez da beijadora de meninas com gosto de cereja chegou.
Prism foi lançado esse ano e já é o 4º album da Katy Perry. Segundo a cantora "Eu imagino que meu próximo álbum talvez seja um pouco mais do que uma aventura artística, mas não significa que eu esteja sabotando a mim mesma e ainda pensando, 'Eu vou fazer algo maluco que ninguém vai entender". De fato algumas músicas são completamente não-Katy, mas foram essas as minhas favoritas do álbum, que mais para o fim fica no mínimo insuportável, principalmente por ser super longo.

Sem mais delongas, as faixas:


1 – Roar foi o primeiro single, é a primeira música , e uma das mais fortes do álbum. A melodia é gostosa, a letra é ótima, o ritmo é contagiante, longe de ser enjoativo.

2 – Legendary Lovers é a típica música que não vira single, mas é melhor que todos os singles juntos. Poderosa, mais que Roar, dramática, intensa. Muito cedo para eleger uma favorita?

3 – Birthday é tão diferente que até choca um pouquinho. Totalmente mal posicionada. Se bem que depois da perfeição da evolução de Torches do Foster the People, vai ser difícil fazer vista grossa em posicionamento de músicas. Voltando á faixa em questão, tem um ritmo todo dançante, me fez até lembrar de September do Earth Wind and Fire. Não fez muito meu estilo (embora eu ame September)

4 – Walking on air segue o estilo dançante anos 80/90, me fez lembrar Corona (nada a ver). Também não fez muito meu estilo, preferia as duas primeiras poderosas.

5 – Unconditionally deixa para trás os anos 90 e trás o drama. Tão romântica, intensa também, com um refrão super forte; minha segunda favorita até agora.

6 – Dark Horse é absurdamente diferente de todas as outras, com uma pegada mais hip hop, mais sexy mas com sua cotinha de drama no refrão. Empolgante para dizer o mínimo. Super arriscada, mas deu muito certo.

7 – This is how we do tem todo um clima de roadtrip, fim de semana com amigos de um jeito mais ritimado, sem ser tão dançante, tem sua propria batida empolgante.

8 – International Smile é mais parecida com aas antigas músicas da Katy, poderia estar em Teenage Dream até. Boazinha até, tipo de música que se esquece fácil, mas é legal de escutar.

9 – Ghost começa como balada romântica, fica mais animadinha no refrão, também com uma pegada mais old Katy. Gostei da melodia mas certeza que enjoaria em 5 ouvidas.

10 – Love me é uma das mais fracas até agora. Começa chatinha, fica mais legal na ponte, volta a piorar no refrão e por aí vai.

11– This Moment começa bem. Meio trilha sonora, não muito comercial, dá para imaginar em alguma propaganda, ou com um clipe meio piegas. Boa de uma forma mediana.

12- Double Rainbow é como trilha sonora de um filme inspirado em algum livro do Nicholas Sparks.  È quase possível imaginar o trailer. Melhor que as últimas quatro músicas.

13 – By the Grace of God já começa com jeito de ser “a emocionante” do álbum. Meio música gospel, mas é boa. O álbum parece que fica um tanto maçante depois de This is how we do, mas eu ainda tenho esperanças.

14– Spiritual me fez pensar em Madonna. O que já um mau sinal, levando em conta que detesto a rainha do pop. Absurdamente insuportável, não consegui nem terminar de ouvir.

15 – It takes two também é trilha sonora de filme piegas, quase tão ruim quanto Spiritual. Tem aquela pegada romântica meio obsoleta, detestei.


16 – Choose your battles já é mais legal. Meio gospel também, mas tem uma batidinha gostosa. Não colocaria no cartão de memória do celular, porém encerra o álbum de maneira não tão terrível. 


Pouquíssimas músicas se salvaram para mim e hoje as únicas que eu realmente escuto são Dark Horse e Legendary Lovers. Interessante que as músicas boas são muito boas, o que até compensa um pouco a chatice das outras faixas.

E você já ouviu Prism? É fã da Katy?
Semana que vem eu volto com Bangerz, porque já era hora da Miley Cyrus twerkar por aqui também.
Beijos ♥

01 dezembro 2013

Sobre felicidade, pântanos e amarguras

Eu queria ser uma pessoa essencialmente feliz. Humores todos temos, dias ruins, dias piores, mas no fundo sempre existe a base, assim como existe tempo e clima, existe humor e felicidade.
Eu queria ter aquele olhar sereno nas fotos que denuncia que por dentro, apesar de todas as preocupações e estresses do dia a dia, existe paz.
Queria ter aquele brilho no sorriso, aquele que torna qualquer sorriso mais bonito, queria sorrir sem motivo ao invés de chorar sem motivo, queria ter aquela energia boa para passar para as pessoas, queria andar despreocupada com a cabeça erguida e não com os ombros caídos, queria ter o coração leve e o humor descontraído, sem tanta ironia, sem tanto sarcasmo, sem tanta amargura. Exatamente, queria ser doce, agridoce, salgada, tudo menos o poço de amargura pior que remédio. Em quesitos geográficos eu queria ser um jardim e sou um pântano.
Dizem que a esperança é a última que morre. Não sei quando a minha vai morrer, mas ela ainda vive, uma faiscazinha que diz que quem sabe as coisas possam melhorar.